Eu estava precisando ler algo assim, obrigada amiga, ás vezes ficamos em dúvida se o nosso modo carinhoso de ver o mundo e as pessoas não está nos prejudicando, mas encontrei uma resposta aqui. Beijos, minha amiga querida!
Oi Zezinha, engraçado vc trazer essa questão. Hj voltei do blog de uma amiga com um pensamento sobre isso - ela falou sobre nosso "outro lado", aquele que todos temos, que não é tão "bonito", por exemplo, da intolerância e da exigência pela qualidade em tudo, como ela diz. Eu comentei com ela, imagine eu (e todos que se comunicam na blogosfera) despejando minhas indignações e momentos ruins sobre as pessoas que freqüentam o blog...acho que a delicadeza, o carinho, são ferramentas mais apropriadas, o que não significa que tenhamos sim, aspectos que não admiramos em nós mesmos. Estes, estou procurando melhorar, assim como características que não gosto e procuro mudar, enfim, como disse pra Flávia, somos um conjunto de elementos que não compõem a perfeição - e TODOS somos assim, mas acho que é uma virtude ver o mundo e as pessoas de forma carinhosa.
Com o tempo, a gente troca aspectos indesejáveis em nós mesmos, por outros que sejam melhores. Ficamos mais condescendestes, diminuímos as cobranças.
Enfim minha amiga, acho que te entendo, mas suavizar-me, foi BOM DEMAIS!!
Você bem sabe como ando rsrs então vamos lá...:a compreensão da minha história foi, é construída pela noção de hierarquia cronológica...o que é mais antigo se reveste de autenticidade e o mais novo assume um aspecto apócrifo. O interessante é que mesmo tentando ser "liberal", meus fundamentos - muiiiitas vezes - se assemelham ao conservador no que diz respeito ao outro. Não penso que é uma incongruência ou uma hipocrisia, mas um fenômeno HUMANO que valoriza linearidades e está sempre em busca de padrões...a estética do que é linear e o alívio de ter a informação que interessa(?) é conforto para a mais treinada mente e a mais refinada sensibilidade. Tendências, irmigamada, de Madame SurtÔ...só tentativas... Beijuuss n.c. P.S. tem mimo procê lá
O inconsciente (implacável!!) se pronuncia, né Rê - não vou ensinar ao vigário o padre nosso...rs A linearidade mantém um pouco a homeostase, sem dúvida, mas rouba um pouco da cor da vida, que a desarrumação do conforto sacode e areja...se bem que Clarice já disse que “até cortar os próprios defeitos pode ser perigoso - nunca se sabe qual é o defeito que sustenta nosso edifício inteiro.”
Eita que nós duas andamos navegando em mares profundos, né não irmiga???...rs Bjãozão, feliz por te ver aqui!!
Olá Stella, é uma alegria receber um carinho assim - teu comentário deixou ainda melhor minha noite! Obrigada, venha sempre que desejar! Um bjo e ótimo fds pra vc!
Sou uma mulher em busca de um entendimento maior acerca de si mesma, seu lugar e significado neste mundo. Meu crescimento pessoal é assimilado na vivência dos dias, quando escolhas novas modificam ainda mais meus comportamentos. Côco Chanel me faz ver que "eu já não sou o que era: devo ser o que me tornei." É fato que mudei. Caio F. Abreu entende bem disso, como ele, eu "mudei muito, e não preciso que acreditem na minha mudança para que eu tenha mudado." Por isso tudo Victor Frankl define o que sinto, em profundidade: "Não sou fruto do passado, sou fruto de uma mudança assumida, vivida com intensidade." Talvez seja porque "fico às vezes reduzida ao essencial, quer dizer, só meu coração bate." (Clarice Lispector). Finalizando, Oswaldo Montenegro é como eu: metade de mim é amor, a outra metade, também! Ah! e sou uma avó irremediável e completamente apaixonada pelos quatro netos!!!
A maioria das imagens que se encontram aqui foram retiradas da internet. Caso haja alguma cuja autoria você conheça e não esteja devidamente creditada, por favor, informe a procedência para que sejam dados os devidos créditos. Obrigada!
14 comentários:
Eu estava precisando ler algo assim, obrigada amiga, ás vezes ficamos em dúvida se o nosso modo carinhoso de ver o mundo e as pessoas não está nos prejudicando, mas encontrei uma resposta aqui.
Beijos, minha amiga querida!
Oi Zezinha, engraçado vc trazer essa questão. Hj voltei do blog de uma amiga com um pensamento sobre isso - ela falou sobre nosso "outro lado", aquele que todos temos, que não é tão "bonito", por exemplo, da intolerância e da exigência pela qualidade em tudo, como ela diz.
Eu comentei com ela, imagine eu (e todos que se comunicam na blogosfera) despejando minhas indignações e momentos ruins sobre as pessoas que freqüentam o blog...acho que a delicadeza, o carinho, são ferramentas mais apropriadas, o que não significa que tenhamos sim, aspectos que não admiramos em nós mesmos. Estes, estou procurando melhorar, assim como características que não gosto e procuro mudar, enfim, como disse pra Flávia, somos um conjunto de elementos que não compõem a perfeição - e TODOS somos assim, mas acho que é uma virtude ver o mundo e as pessoas de forma carinhosa.
Com o tempo, a gente troca aspectos indesejáveis em nós mesmos, por outros que sejam melhores. Ficamos mais condescendestes, diminuímos as cobranças.
Enfim minha amiga, acho que te entendo, mas suavizar-me, foi BOM DEMAIS!!
Um bjo e um ótimo fds!
Denise
Quando aqui passo( e todos os dias)
esta sua sensibilidade me toca, e transforma-se em beleza.
um grande abraço
Boa noite, Ari!
Desse jeito vc me estraga, meu amigo. Sempre me mimando, OBRIGADA por esse carinho!!
Um abraço pra vc tb.
Um ótimo fds!
Você bem sabe como ando rsrs então vamos lá...:a compreensão da minha história foi, é construída pela noção de hierarquia cronológica...o que é mais antigo se reveste de autenticidade e o mais novo assume um aspecto apócrifo. O interessante é que mesmo tentando ser "liberal", meus fundamentos - muiiiitas vezes - se assemelham ao conservador no que diz respeito ao outro. Não penso que é uma incongruência ou uma hipocrisia, mas um fenômeno HUMANO que valoriza linearidades e está sempre em busca de padrões...a estética do que é linear e o alívio de ter a informação que interessa(?) é conforto para a mais treinada mente e a mais refinada sensibilidade. Tendências, irmigamada, de Madame SurtÔ...só tentativas...
Beijuuss n.c.
P.S. tem mimo procê lá
Denise...
Quando ela chega... Eu dou um SAI PRA LÁ NELA...
Mando vortá otrô dia e PRONTO!
Avacagá severamente essa George Eliot... rsrsrs
Deussssskiajude
bejo do Tatto
O pensamento da morte engana-nos, pois faz-nos esquecer de viver ...
Beijo.
Uau! Que profundo...
Bjo, bjo queridona!
PS: No máximo semana que vem estarei mandando os livros pro seu amigo... Depois falo melhor contigo sobre isso por e-mail... bjks! ;)
Parabéns!
Sábado a noite cheio de emoção ao ler estes textos
Bjs
O inconsciente (implacável!!) se pronuncia, né Rê - não vou ensinar ao vigário o padre nosso...rs
A linearidade mantém um pouco a homeostase, sem dúvida, mas rouba um pouco da cor da vida, que a desarrumação do conforto sacode e areja...se bem que Clarice já disse que “até cortar os próprios defeitos pode ser perigoso - nunca se sabe qual é o defeito que sustenta nosso edifício inteiro.”
Eita que nós duas andamos navegando em mares profundos, né não irmiga???...rs
Bjãozão, feliz por te ver aqui!!
rsrsrs..Tatto, dianta não bater a porta na cara dela...mas resolve mandar esse Avacagá e volte beeemmmm depois...rsrs
Bom fds procê, a-micão!
Bjos
Pensando nela ou não, ela chega, né Manuel...enquanto não vem, vivemos, mas podemos viver diferente, melhores.
Concorda?
Um ótimo fds, querido.
bjo
Obaaaaa, She!!
Manda um autografado, o abraço damos logo!!!
Vou divulgar!
Bjo, querida!
Olá Stella, é uma alegria receber um carinho assim - teu comentário deixou ainda melhor minha noite!
Obrigada, venha sempre que desejar!
Um bjo e ótimo fds pra vc!
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