Obrigada querida, ficou lindo! teu gesto fez brotar o primeiro sorriso do dia... saudades, és um tipo de pessoa especial, daquelas que a gente fica à vontade no primeiro contato. Beijos :)
Teus olhos bondosos me vêm melhor do que sou, mas a parte da saudade e do ficar à vontade em tua companhia, tb digo o mesmo...rs E que bom que provocou em ti, um sorriso - teu rosto se ilumina sorrindo, e teus olhos serenos compõem uma harmonia simplesmente gostosa de partilhar. Um sossego teu que acalma uma agitação minha...rsrs
Bjo com carinho, e leve contigo teu "Doce descontrole", tá bem?
Por essa linha fora, nesse registo Em que o olhar se demora Existo, na nesga celeste que o horizonte, Qual fita azul que ao azul do céu fita Distante, no longe da longínqua fonte De quem sob a fronte se debita Data infinita já desde o imediato agora Até à Lua Cheia da humana História?
Eis, portanto, quem nasceu feminina nas dezenas E mulher nas unidades, a que entanto Se somados seus ícones na clave das serenas Estrelas de oito pétalas ao octívago manto Casulo arquitectado do perfeito eremita, poeta, santo Capaz de nada como de muito, do pouco como do tanto, O rubro rubi que ao aceso das almas amenas Acalenta e aninha a palha dourada da luz crua O cabelo de Verão das espigas maduras nas searas pequenas Ao Outono da noite como um grito da Lua...
Oito deitado na dezena do ano, do segundo milénio O génio do olhar que se alonga secreto até ao infinito Mais que um remo que ruma é tão-só o silêncio do grito Que calado se agiganta a arder na garganta E rebenta na lava que lava e casa com a liberdade Ao repetido anseio do esteio outonal da eternidade, Num breve instante cujo ponto de vista É mais distante quanto adentro alcança – e avista!
Selo de Arina que a brilhar destina ver Da janela do ser a plenitude na profundidade, Inventa o silêncio que conflui dizendo o saber Esperar, aqui, Foz Inequívoca da Luz Incisa Paz na Alma Fulgente à Íris Lavada no Ínclito Pleito da Aurora calma A edificar brasão e flor se aninha na lídima cavidade Do cálice onde estremece o néctar da vida feita seiva terna Que o desejo é apenas outra realidade que se faz eterna.
Por essa linha imaginada, plana e plena Em que os factos dependurados a secar Buscam sua foz na voz serena Almofada cósmica dos sonhos, como alfazema Amadurecendo sob o amanhecido Luar.
Sou uma mulher em busca de um entendimento maior acerca de si mesma, seu lugar e significado neste mundo. Meu crescimento pessoal é assimilado na vivência dos dias, quando escolhas novas modificam ainda mais meus comportamentos. Côco Chanel me faz ver que "eu já não sou o que era: devo ser o que me tornei." É fato que mudei. Caio F. Abreu entende bem disso, como ele, eu "mudei muito, e não preciso que acreditem na minha mudança para que eu tenha mudado." Por isso tudo Victor Frankl define o que sinto, em profundidade: "Não sou fruto do passado, sou fruto de uma mudança assumida, vivida com intensidade." Talvez seja porque "fico às vezes reduzida ao essencial, quer dizer, só meu coração bate." (Clarice Lispector). Finalizando, Oswaldo Montenegro é como eu: metade de mim é amor, a outra metade, também! Ah! e sou uma avó irremediável e completamente apaixonada pelos quatro netos!!!
A maioria das imagens que se encontram aqui foram retiradas da internet. Caso haja alguma cuja autoria você conheça e não esteja devidamente creditada, por favor, informe a procedência para que sejam dados os devidos créditos. Obrigada!
6 comentários:
Pensamento em perfeita sintonia com o meu último poema publicado.
Beijinhos meus.
Obrigada querida, ficou lindo! teu gesto fez brotar o primeiro sorriso do dia...
saudades, és um tipo de pessoa especial, daquelas que a gente fica à vontade no primeiro contato.
Beijos :)
É verdade, Manuel, fui lá ver, e o jogo de luzes e sombras da Jeanne, sintoniza com teu belo poema.
Beijos, meu querido!
Teus olhos bondosos me vêm melhor do que sou, mas a parte da saudade e do ficar à vontade em tua companhia, tb digo o mesmo...rs
E que bom que provocou em ti, um sorriso - teu rosto se ilumina sorrindo, e teus olhos serenos compõem uma harmonia simplesmente gostosa de partilhar. Um sossego teu que acalma uma agitação minha...rsrs
Bjo com carinho, e leve contigo teu "Doce descontrole", tá bem?
Cordão de Luz e Memória
Por essa linha fora, nesse registo
Em que o olhar se demora
Existo, na nesga celeste que o horizonte,
Qual fita azul que ao azul do céu fita
Distante, no longe da longínqua fonte
De quem sob a fronte se debita
Data infinita já desde o imediato agora
Até à Lua Cheia da humana História?
Eis, portanto, quem nasceu feminina nas dezenas
E mulher nas unidades, a que entanto
Se somados seus ícones na clave das serenas
Estrelas de oito pétalas ao octívago manto
Casulo arquitectado do perfeito eremita, poeta, santo
Capaz de nada como de muito, do pouco como do tanto,
O rubro rubi que ao aceso das almas amenas
Acalenta e aninha a palha dourada da luz crua
O cabelo de Verão das espigas maduras nas searas pequenas
Ao Outono da noite como um grito da Lua...
Oito deitado na dezena do ano, do segundo milénio
O génio do olhar que se alonga secreto até ao infinito
Mais que um remo que ruma é tão-só o silêncio do grito
Que calado se agiganta a arder na garganta
E rebenta na lava que lava e casa com a liberdade
Ao repetido anseio do esteio outonal da eternidade,
Num breve instante cujo ponto de vista
É mais distante quanto adentro alcança – e avista!
Selo de Arina que a brilhar destina ver
Da janela do ser a plenitude na profundidade,
Inventa o silêncio que conflui dizendo o saber
Esperar, aqui, Foz Inequívoca da Luz Incisa Paz na Alma
Fulgente à Íris Lavada no Ínclito Pleito da Aurora calma
A edificar brasão e flor se aninha na lídima cavidade
Do cálice onde estremece o néctar da vida feita seiva terna
Que o desejo é apenas outra realidade que se faz eterna.
Por essa linha imaginada, plana e plena
Em que os factos dependurados a secar
Buscam sua foz na voz serena
Almofada cósmica dos sonhos, como alfazema
Amadurecendo sob o amanhecido Luar.
Olá, meu amigo.
Grata por essa beleza com que me saudaste o dia!
Postar um comentário