“Planto flores no caminho para que não me faltem as

borboletas. Foram elas que me ensinaram que o casulo

não é o fim. É o começo."

Day Anne


21 de jun de 2010

Ana Jácomo


"Depois de cada momento de fraqueza,
meu coração prepara, em silêncio,
uma nova fornada de coragem."


12 comentários:

manuel marques disse...

A coragem significa um forte desejo de viver...

Beijo.

ValériaC disse...

Linda frase querida amiga!
Beijos
Valéria

Ivana Marisa Altafin disse...

Olá Denise,

Saudades daqui, viu?

Frase magnífica!!! Eu nunca perdi a coragem!

Um grande abraço!

Saozita disse...

Ola passei por aqui e entrei ,gostei muito do teu blog virei mais vezes
Bj boa semana

Denise disse...

Sim, Manuel, esse querer viver faz toda a diferença nas escolhas que vamos fazendo - e refazendo...

Beijo

Denise disse...

Valéria, a beleza está nas entrelinhas - e essa retomada da coragem é combustível pra recomeçar a caminhada...nem sempre de onde paramos, mas do ponto do recomeço, mesmo!!

Bjo carinhoso

Denise disse...

Bom te ver Ivana, tb senti tua falta.

Ao contrário de vc, algumas vezes duvidei de que a tivesse - mas...uma fornada nova me mostrava que nunca ficara desprovida além do que necessitei. Salvo, talvez, nas situações em que questionei outras formas, tentei outros recursos. Descobri que para muitos, o que parece "covardia", na real é uma imensa coragem - e assim fui compreendendo outras lições, como o direito a ter outro ponto de vista, as diferenças, e o respeito.

Beijos e uma ótima terça, minha amiga!

Denise disse...

Olá Saozita, seja muito bem-vinda neste pedacinho de mim.

Tb gostei de teu espaço e já fiquei por lá...rs

Boa noite e uma excelente terça pra ti!

Cida disse...

E quando a gente, além de fazer o que está ao nosso alcance, ainda pede a ajuda de Deus, essa coragem chega bem mais depressa, não tarda a sair do "forno"...;)

Beijinhos

Cid@

Denise disse...

É verdade Cida, como se houvesse um "fermento mágico", rapidinho uma fornada fica pronta - e servida!!

Beijos, minha amiga!

Julio Cesar disse...

Oi Denise...
...findou-se mais um periodo. Um café para despertar o lado da mente que ficou adormecido, aconchegado na rede enquanto o outro se desdobrava para fazer-se notorio em sua capacidade.
Depois...quero servir-me de seu suco delicioso, que tanto regou e adocou as prosas maravilhosas que tivemos aqui na Taverna. Um 'cantinho' que me consquistou dado ao mimo e o cuidado com cada centimetro do espaço, a qualidade o tratamento. A luz, meia-luz, por vezes vibrante mas não ofuscante, e conferindo um aconchego, tão gostoso de sentir em sentimento que quase é possivel 'mastiga-lo'. Nâo um esconder-se mas como um aquecer-se em cobertas e edredons em dias não gelidos, mas em que o frio permanece por detras de nossas muralhas. Somos o que somos, dentro ou fora, aberto ou fechado.
Seu suco sobre a mesa e seu sorriso ao alcance de um olhar. Essa pintura admiro novamente em inicio com meu suspiro. quase como aquele que damos apos uma meta cumprida, que tanto nos tomou que mal nosso sistema nervoso deu conta das atividades basais.
Sim...sentar, nesse inverno ouvir o estalido da lenha e deixar-me vencer na atenção e fitar o bailar das chamas que consomem a madeira e aquecem a temperatura ambiente...um leve cheiro de eucalipto tenta vergar inutilmente seu perfume, ele já está internalizado.
Ontem enquanto retornava para casa pensava em um post (que vai reconhecer o teor quanto publica-lo, talves amanhã). Entre ideias tematicas e imagens, 'engraçado' ver como um 'inconsciente coletivo' agindo. Aqui, ali, acolá, postagens similarizando-se 'naturalmente'...
Diz-se que se o cavalo soubesse a força que possui não deixaria o homem monta-lo. Digo que se o 'homem' soubesse o coração que possui não sentiria sofrimento.
Muitos 'o tratam' com indiferença, por isso desconhecem de onde vem a dor ou não identificam o que sente. Se o coração está lá preparando uma fornada de coragem...bem capaz. O amor move-me completamente. Seja então o coração a locomotiva, que com seu fogo libera a coragem que produz a força do amor que me move. Sem lentidão e sem pressa, para não descarrilhar. Em cruzeiro, apreciando a tudo de maravilhoso que vejo, em cada temporada, em cada época (campos floridos, campos secos)em cada estação, seja inverno ou verão. Eu que sigo, é o mundo quem passa. Os que de fora me vem, me veem a passar.
bj.
Outra jarra...que essa já foi. Ideia genial a porção de pinhão, aproveitando a época junina. Fazia tempo que eu não comia.

Denise disse...

Julio, quantas considerações bonitas, profundas, ensimesmadas...frutos de reflexões e do potencial tão exclusivo que demonstra ter de mergulhar nas emoções, como que querendo "dissecar" os sentimentos todos...não me atrevo a alguma coisa acrescer, ficam a inquietude de quem questiona, a poesia de quem sente e o sonho de quem se permite. E as emoções de um observador atento!

Beijos, amigo querido!