“Planto flores no caminho para que não me faltem as

borboletas. Foram elas que me ensinaram que o casulo

não é o fim. É o começo."

Day Anne


6 de dez de 2009

Um vazio pleno


Quando as paredes do coração desaparecem, ficamos ligados ao infinito. Nada há, neste estado, que nos possa ser tomado, que possamos perder. Nada pode ser levado, estamos soltos das amarras que nos prendem à teia de invisíveis medos, libertos de cobranças, dos ônus impostos por nós e pelos outros. Contudo, tudo pode ser alterado. É um momento em que podemos nos atirar no vazio sem qualquer rede de proteção, sem nenhuma reserva, numa postura de total confiança, irrestrita entrega.
É um chamamento divino, imperioso e irresistível. Experimente...neste vazio a gente não cai, voa!

Um comentário:

Adelia Ester Maame Zimeo disse...

Denise, muito bonito este texto! E no vazio, nos elevamos em nossa entrega até "tocarmos" o divino que habita em nós e ao nosso redor. Beijo. P.S. Grata po deixar seu comentário em meu blog, onde foi devidamente respondido. Sua área é a Psicologia? Em que cidade está?