Sou uma mulher em busca de um entendimento maior acerca de si mesma, seu lugar e significado neste mundo. Meu crescimento pessoal é assimilado na vivência dos dias, quando escolhas novas modificam ainda mais meus comportamentos. Côco Chanel me faz ver que "eu já não sou o que era: devo ser o que me tornei." É fato que mudei. Caio F. Abreu entende bem disso, como ele, eu "mudei muito, e não preciso que acreditem na minha mudança para que eu tenha mudado." Por isso tudo Victor Frankl define o que sinto, em profundidade: "Não sou fruto do passado, sou fruto de uma mudança assumida, vivida com intensidade." Talvez seja porque "fico às vezes reduzida ao essencial, quer dizer, só meu coração bate." (Clarice Lispector). Finalizando, Oswaldo Montenegro é como eu: metade de mim é amor, a outra metade, também! Ah! e sou uma avó irremediável e completamente apaixonada pelos quatro netos!!!
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6 comentários:
Mas ora veja você!
Essa imagem pendurada
Me lembra, não sei por que,
Uma poesia amada...
Beijos, poesia.
Certamente, amar é um admirar contínuo.
Bom final de semana,
bjs
Eu ainda tenho um livrinho desses... Muito bonitinho, adoro a pureza.
Amar é... Tão bom, né?
Beijo, galêga.
Ah, Rodolfo..vc é um gentleman - teu carinho é um presente e tua sensibilidade transborda!
Beijos, poeta!
Concordo, Norma...sem admiração, o amor não se mantém...
Um beijo pra vc!
Eu sempre adorei esta forma singela de falar do amor...o amor é essa pureza que faz agente suspirar, né Mi??
Um beijo, queridona!
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