“Planto flores no caminho para que não me faltem as

borboletas. Foram elas que me ensinaram que o casulo

não é o fim. É o começo."

Day Anne


22 de jun de 2011

Perdas




Bom dia, gente querida!

Antes de sair, vim compartilhar com vocês: hoje estou aqui, participando da série Perdas, que minha amiga e colega Norma vem mantendo, semanalmente, no seu blog.
Obrigada Norma, pelo convite e pelo carinho.
Um ótimo dia para todos nós!

12 comentários:

Bloguinho da Zizi disse...

Já fui lá.

Querida Denise
Vim aqui te ler.
Acredite, as lágrimas chegaram, pois a leitura me fez ver tantas perdas, pequenas, mas ainda perdas.
Quantas poderiam ser reavaliadas e transmutadas.
Senti como se estive sendo escaneada, lida no mais profundo do meu Eu.
Vou reler e reler.
Fica a minha gratidão a você e a Norma (muito prazer!).

Rejane de Fátima Pedrosa Ramos disse...

Passando rapidinho para te desejar um bom São João.
Bjs
Rejane

Toninhobira disse...

Olá Denise venho para lhe parabenizar pelo excelente e iluminado texto com reflexão vasta e bela de um tema tão incomodo.Mas voce o revestiu belamente, nos fazendo repensar e rever nossas concepçoes.Como diria os mais jovens,ficou "Show de bola".Uma verdadeira tecelã.aproveito para um passeio por aqui,com sua licença.
Um abração e parabens e tenha um lindo dia.

R. R. Barcellos disse...

Vi seu texto lá, Denise... muito bom mesmo. Faz-nos pensar se não estaremos perdendo mais que o inevitável. De que serve dividir o tempo em anos, dias e horas, só para contabilizar nossas perdas?
Abraços, linda.

manuel marques disse...

Quantas coisas perdemos por medo de perder?

Beijo meu

Gina disse...

Gostei muito do seu texto lá na Norma.
Quantas perdas sequer são percebidas! Fazem parte do processo de viver.
Bjs.

Denise disse...

Zizi, fui escrevendo sentindo cada uma dessas perdas cotidianas. É doloroso o processo em que tanta vida é desperdiçada, sem que percebamos. Triste constatações que retrataram esse pesar, as desistências que fazemos - de nós mesmos, de coisas pequenas, de um afago engolido pela pressa, uma palavra rude provocada pela irritação de outros fatos. O pequeno pode ser bem grande...

Um beijo carinhoso querida, obrigada por essa energia amorosa.

Denise disse...

Oi Rê(jane), boa noite pra vc tb, amiga!
Bjos

Denise disse...

Toninho, obrigada pelas observações tão bonitas e pontuais, a espontaneidade dos sentimentos expostos manifestou a beleza que vc viu, mas foi, certamente, tua alma sensível quem teve olhos de ver, gerando o que sentiu.

Fique sempre muito à vontade, sempre que vier. Sinta-se em casa, puxe um banquinho e navegue pelas teias deste tecer despretensioso, que é parte de mim e daquilo que penso e sinto.

Um abraço, meu dia foi ótimo, sem estresse nenhum, viu só?...rs

Denise disse...

Perdemos mais do que o inevitável, eu creio, pq esquecemos de cultivar, cuidar com amor. Contabilizamos as perdas, pouco fazendo, muitas vezes, para revertê-las...
É tema difícil, esse...
Bjão, querido, obrigada por prestigiar a mim e à Norma.

Denise disse...

Nossa Manuel, quantas não sei, mas todas importantes, certamente!!
Bjos, querido.

Denise disse...

Pois é Gina, fazem...tanto que a gente incorpora, mesmo que não internalize...e nem nota.

Obrigada pelo carinho e pela visita.
Um beijo