“Planto flores no caminho para que não me faltem as

borboletas. Foram elas que me ensinaram que o casulo

não é o fim. É o começo."

Day Anne


29 de mar de 2011

Graças, Vida...


...pela música no meu coração, o sorriso nos meus lábios e a alegria em minhas mãos.
...pela grande fé na mais profunda necessidade que sempre ajuda a manter a esperança.
...pelo meu Anjo da Guarda ao meu lado que me ajuda nos momentos de medo e dor. Assim como nos momentos de esperança e alegria.
...pelas oportunidades de exercitar a paciência, adquirir experiência e ganhar sabedoria.
...por todos os desafios que me ajudam a amadurecer. Pelos amigos e companheiros de caminhada.
...pelo sorriso de uma criança, a coragem de um homem e a sabedoria de uma mulher idosa.
...pelo amor e confiança que eu recebo e deles passo adiante.
...pela imensa riqueza e bens com que sou abençoada.
...por toda dor que me tornou em quem eu sou hoje.
...por todas as lágrimas derramadas que atestam a profundidade de minha alma e a purificam.
...pela força e a coragem de lutar e nunca desistir.
...por todos os segredos da vida e pela capacidade de maravilhar-me com pequenos e grandes milagres.
...pelo amor na vida e pelas pessoas ao meu lado.
...por uma visão e por um amplo horizonte espiritual que me permite ver além do conhecimento.
...pelos meus defeitos e franquezas que me tornam tão humana.
...por tudo, porque é bom, tudo tem sua finalidade e seu sentido.

Danke Leben

10 comentários:

Si Fernandes disse...

SER GRATO É O CAMINHO. EU PRECISO TREINAR A GRATIDÃO.
Beijos,Doce Denise♥

Regina Rozenbaum disse...

Ai que lindo! Demos então GRAÇAS a essa vida que vale a pena de ser vividamente vivida...Gracias a la vida (Mercedes de Sosa):
Obrigado à vida que me tem dado tanto.
Ele me deu dois olhos que, quando aberto,
Perfeitamente distingo o preto do branco
E no céu, o seu fundo estrelado
E na multidão o homem que eu amo....
Obrigado à vida que me tem dado tanto.
Com as palavras que penso e falo: Mãe, irmão, amigo e luz A rota que eu amo...
Beijuuss, irmiga, n.a.

Tais Luso disse...

Pois é, amiga, e dizer, e pensar, e ver que geralmente as pessoas precisam de tanto para serem felizes, que as coisas da alma não satisfazem... Que sentimentos não são o bastante, não aparecem tanto quanto a matéria! Estes são os pobres de espírito. Infelizes.

Há pouco vi pela televisão o falecimento do ex-vice Alencar... Que grandeza, que alma e que força; contudo, parecia feliz, tamanha a força de seu espírito. Sinceramente sinto-me pequena para prestar-lhe qualquer homenagem; pensei nele após ler este belo texto.

Beijos pra você
Tais luso

Myriam disse...

Amém! Uma prece diária! Linda! beijo amiga!

Denise disse...

Todos devemos fazê-lo, Si...tarefa nem sempre fácil, aprendizes rebeldes e indisciplinados que somos...rs

Grata pela presença gentil!
Bjos

Denise disse...

Amém! - irmiga!!!
Com Mercedes Sosa, a mensagem se completa, obrigada!!
Dou Graças por amigos como tu!!!
Bjãozão

Denise disse...

Tais, sempre profundas tuas reflexões a cada passagem por aqui, tecendo comentários enriquecedores para quem visita este cantinho.

A insatisfação que observo/sinto e que me são relatas no trabalho e na vida cotidiana, mais o alto índice de frustração, tb me assustam. Houve um tempo em que as pessoas viviam com menos, tendo muito mais - o paradoxo está na depositação do consumo/conquistas materiais como referenciais de sucesso e felicidade, ao mesmo tempo em que se buscam valores espirituais e humanos como primordiais.

Concordo com vc sobre a partida de Alencar, tudo pareceu pouco para homenagear quem deixa exemplos fortes de virtudes e superação.

Obrigada pela presença tão querida, minha amiga.
Um beijo

Denise disse...

Concordo Myriam, achei bela e profunda. Talvez bela justo por isso.
Um bjo

Anônimo disse...

Esta força é muito simples
Todo mundo vê
Mas passa por ela
E não procura compreender

cristiano.iserhard@yahoo.com.br

Denise disse...

Bom dia, Cristiano.

De pleno acordo, somos levados pelo imediatismo, e arrastamos a vida, com pressa, esquecendo de olhar à volta...e de escutar-nos, em nossos silêncios.