“Planto flores no caminho para que não me faltem as
borboletas. Foram elas que me ensinaram que o casulo
não é o fim. É o começo."
Day Anne
10 de jan. de 2011
Shakespeare teve muitas sacadas geniais.
Entre outras sábias observações, ele disse que, "depois de um tempo, a gente aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não nos dá o direito de ser cruéis."
sábia frase. Infelizmente quando estamos com raiva acabamos magoando principalmente as pessoas que mais amamos, e isso acontece por que na hora não pensamos, agimos por inpulso e só depois vamos perceber o quanto fomos crués.
Amigavó...sabe, não sei se concordo plenamente com vc...quando "o estado de confusão" nos leva a machucar o outro, mesmo que sem intenção, não precisamos ficar nos consumindo em remorsos. Isso não leva a lugar algum e nem resolve. Como fazemos, podemos desfazer...podemos escolher diferente, mas isso exige mais do que atitude...
Oi Luzia! Acho que sim, mas que é mais do que isso - mas não nos damos conta. Ninguém nos faz ficar com raiva, somos nós que produzimos esse sentimento em nós - por experiências anteriores, fica o que sentimos, e qualquer comportamento evoca esse sentimento; como um gatilho, dispara aquelas emoções. É compreensível e explica, embora não justifique.
Mas esse tema (polêmico) gera debates infindáveis...rs
Sou uma mulher em busca de um entendimento maior acerca de si mesma, seu lugar e significado neste mundo. Meu crescimento pessoal é assimilado na vivência dos dias, quando escolhas novas modificam ainda mais meus comportamentos. Côco Chanel me faz ver que "eu já não sou o que era: devo ser o que me tornei." É fato que mudei. Caio F. Abreu entende bem disso, como ele, eu "mudei muito, e não preciso que acreditem na minha mudança para que eu tenha mudado." Por isso tudo Victor Frankl define o que sinto, em profundidade: "Não sou fruto do passado, sou fruto de uma mudança assumida, vivida com intensidade." Talvez seja porque "fico às vezes reduzida ao essencial, quer dizer, só meu coração bate." (Clarice Lispector). Finalizando, Oswaldo Montenegro é como eu: metade de mim é amor, a outra metade, também! Ah! e sou uma avó irremediável e completamente apaixonada pelos quatro netos!!!
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6 comentários:
Verdade verdadeira!...:)
Infelizmente, tanta gente confunde as "estações"... e depois só resta o remorso...
Beijinhos pra ti amiga.
Tenha um bom restante de semana.
Cid@
Cruel é eu saber disso e o Shakespeare levar o crédito... !!!! rsrs
Bejo Shakesperiano
Tatto
sábia frase. Infelizmente quando estamos com raiva acabamos magoando principalmente as pessoas que mais amamos, e isso acontece por que na hora não pensamos, agimos por inpulso e só depois vamos perceber o quanto fomos crués.
Amigavó...sabe, não sei se concordo plenamente com vc...quando "o estado de confusão" nos leva a machucar o outro, mesmo que sem intenção, não precisamos ficar nos consumindo em remorsos. Isso não leva a lugar algum e nem resolve. Como fazemos, podemos desfazer...podemos escolher diferente, mas isso exige mais do que atitude...
Um beijo, um ótimo dia pra vc!
Tatto, só vc a-mico, pra 'quebrar o estado'...rsrs
Todos sabemos - e já vivemos na pele - que dói...
Bjãozão procê!!
Oi Luzia!
Acho que sim, mas que é mais do que isso - mas não nos damos conta.
Ninguém nos faz ficar com raiva, somos nós que produzimos esse sentimento em nós - por experiências anteriores, fica o que sentimos, e qualquer comportamento evoca esse sentimento; como um gatilho, dispara aquelas emoções. É compreensível e explica, embora não justifique.
Mas esse tema (polêmico) gera debates infindáveis...rs
Um abraço pra vc!
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