Sim, a liberdade que permite a escolha livre de dogmas, tabus, "pré" conceitos, sem estar inferida por outra ou por outrem. Fundamentada apenas em si mesmo. Assim, a escolha que confere liberdade vem do sujeito que tem profundo conhecimento de si, sem delimitações sociais ou culturais, ou mesmo econômica. Para Paulo Freire, violência é proibir o sujeito de ser.
Sou uma mulher em busca de um entendimento maior acerca de si mesma, seu lugar e significado neste mundo. Meu crescimento pessoal é assimilado na vivência dos dias, quando escolhas novas modificam ainda mais meus comportamentos. Côco Chanel me faz ver que "eu já não sou o que era: devo ser o que me tornei." É fato que mudei. Caio F. Abreu entende bem disso, como ele, eu "mudei muito, e não preciso que acreditem na minha mudança para que eu tenha mudado." Por isso tudo Victor Frankl define o que sinto, em profundidade: "Não sou fruto do passado, sou fruto de uma mudança assumida, vivida com intensidade." Talvez seja porque "fico às vezes reduzida ao essencial, quer dizer, só meu coração bate." (Clarice Lispector). Finalizando, Oswaldo Montenegro é como eu: metade de mim é amor, a outra metade, também! Ah! e sou uma avó irremediável e completamente apaixonada pelos quatro netos!!!
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2 comentários:
Oi Denise
Sim, a liberdade que permite a escolha livre de dogmas, tabus, "pré" conceitos, sem estar inferida por outra ou por outrem. Fundamentada apenas em si mesmo. Assim, a escolha que confere liberdade vem do sujeito que tem profundo conhecimento de si, sem delimitações sociais ou culturais, ou mesmo econômica. Para Paulo Freire, violência é proibir o sujeito de ser.
Um beijo livre para você Denise
Boa quinta
julio
Sim, somos livres para escolhermos...ser livres!
Preciosa ponderação, Julio.
Bjos
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