“Planto flores no caminho para que não me faltem as

borboletas. Foram elas que me ensinaram que o casulo

não é o fim. É o começo."

Day Anne


16 de fev de 2011

Harmonia familiar


Em seu livro “Lições de Vida para Famílias”, Maria Tereza Maldonado enumera diversas sugestões que têm por objetivo auxiliar as pessoas a construir uma família harmoniosa, saudável e feliz.
Entre elas, algumas para se pensar:

Primeira: escute com atenção antes de falar; tente entender o que a pessoa realmente está dizendo, que pode ser muito diferente do que você acha que ela quer dizer.

Segunda: gentileza e boas maneiras são essenciais para construir um bom convívio familiar.

Terceira: aumente as opções de atividades prazerosas com seus familiares: conversar, brincar e jogar, ver bons filmes, passear.

Quarta: demonstre seu interesse em saber o que seus familiares estão fazendo, experimentando ou descobrindo na vida.

Quinta: para enviar mensagens fortes e eficazes para seus familiares, procure ter coerência entre palavras, gestos e atitudes.

Sexta: se você diz ‘não’ com muita freqüência, aprenda a dizer ‘sim’ com carinho. Se você diz ‘sim’ demais, aprenda a dizer ‘não’ sem culpa.

Sétima: tente criar, junto com seus familiares, maneiras eficazes de simplificar a vida para torná-la mais pacífica e prazerosa.

Oitava: aprender a tolerar frustrações é essencial para desenvolver paciência, compaixão e compreensão.

Nona: cada membro da família precisa descobrir meios eficazes e saudáveis de descarregar as tensões inevitáveis do dia-a-dia sem maltratar os outros.

Décima: os laços de sangue não garantem automaticamente a existência do amor, que precisa ser constantemente criado e bem cuidado ao longo da vida.

8 comentários:

Regina Rozenbaum disse...

Sabe Dê, ultimamente ando prestando mais atenção nos gestos/atitudes do que nas palavras. No Oriente, por ex, o gestual de cada um é mais importante do que sua fala. Alguém pode falar uma coisa, mas seu rosto demonstrar outra. No Ocidente, nos preocupamos em falar o politicamente correto e pronto. É um outro aprendizado...longo como sempre.
Beijuuss, lindona amaaaada, n.c.

Perfume Espiritual disse...

Oi Denise,
Gosto muito dos livros da Maria Tereza. Comunicação é sempre um desafio, ainda mais na família.
Um beijo
Bia

Denise disse...

Te entendo, Rê - as palavras não têm o poder de uma ação, definitivamente. As palavras se repetem, as ações sofrem mudanças - pra nossa sorte e evolução.
Esse tempo de silêncio/observância, tb é pausa merecida, e em recolhimento, aprofundamos a vida interior, que é tudo que importa.
Um bjo carinhoso!

Denise disse...

Oi Bia, eu tb gosto muito dela e de seu pensamento acerca da flexibilidade: tornar-se excessivamente exigente, intolerante e seletivo, dificulta a construção de um relacionamento. A comunicação pede que haja equilíbrio, que se conceda ao outro, que se quebre a rigidez. Difícil arte, não?...rs

Legal ter vc aqui, obrigada por contribuir com as ideias que compartilho aqui.
Um bjo

Márcia Aguiar (Maya) disse...

Denise teu blog é um encanto.. E isso vem da beleza que vc é!
Deus abençoe vc e sua familia!
Abraço!

Márcia Aguiar Maya

Denise disse...

Bom dia, Márcia!!

Nossa, muito obrigada por estas palavras lindas...as recebo com muita alegria - ser vista desta forma é um prêmio pela luta diária de tentar ser melhor...

Esteja sempre à vontade por aqui, presenças como a tua enchem de luz este Tecer!!!

Um bjão!

Flávia - Compartilhando Idéias... disse...

Oi Denise,

Este seu post é tão conveniente e se encaixa tão bem à minha realidade que devo admitir que muitas coisas escritas aqui foram aprendidas por mim na marra depois que me casei.

Inclusive, até acredito que aprendemos muito quando passamos a dividir a vida sob o mesmo teto com uma outra pessoa, um homem.

Ainda não temos filhos, por isso a nossa família é pequena (ainda!!). Mesmo assim, todas as dicas servem para nós.

Uma das coisas que aprendi muito com o passar de cada dia de convivência a dois foi pensar antes de falar, reconhecer e admitir quando estou errada sem retrucar e ser gentil.

A intimidade não pode ser usada como pretexto para não sermos gentis.
"Estou casada mesmo, então tá bom, ele não vai sair de casa por causa disso".
Se alguém pensa assim, com certeza não fará mais questão de ser gentil com o companheiro e isso contribui para o fim do encantamento.

Denise, eu adorei essas sábias dicas, assim como amei sua reflexão sobre o post que acabei de escrever sobre ser seletiva demais com as amizades!

Um beijão querida.

Denise disse...

Oi, Flávia.
Olha, no meu ponto de vista, quando casamos, construímos um "nós" - partes do que sou, parte do que ele é. Trazemos para a relação, o nosso aprendizado, as nossas crenças, características pessoais. Algumas são tão antagônicas, que só fazendo outras, e as semelhantes acabam sendo a força do alicerce...o que aguenta a mão enquanto tá molhado o cimento novo...rs
E a gente aprende a ser diferente, vai se moldando às novas necessidades, dividindo mais do que o espaço físico, não é mesmo? e como é bom esse período, rico de aprendizado...que inclui não descuidar, NUNCA, um do outro.
E essa é a parte mais difícil.

Eu adorei estar lá, te lendo!
Um bjão, minha querida!