Oi, Julio. Penso que algumas transformações ocorrem silenciosamente, outras independem das durezas da vida - mas a somatória desses eventos, incluindo os "temporais", produzem o brilho do diamante, cuja pedra foi sendo lapidada. O aprendizado é o que fica - de mais verdadeiro!
Sou uma mulher em busca de um entendimento maior acerca de si mesma, seu lugar e significado neste mundo. Meu crescimento pessoal é assimilado na vivência dos dias, quando escolhas novas modificam ainda mais meus comportamentos. Côco Chanel me faz ver que "eu já não sou o que era: devo ser o que me tornei." É fato que mudei. Caio F. Abreu entende bem disso, como ele, eu "mudei muito, e não preciso que acreditem na minha mudança para que eu tenha mudado." Por isso tudo Victor Frankl define o que sinto, em profundidade: "Não sou fruto do passado, sou fruto de uma mudança assumida, vivida com intensidade." Talvez seja porque "fico às vezes reduzida ao essencial, quer dizer, só meu coração bate." (Clarice Lispector). Finalizando, Oswaldo Montenegro é como eu: metade de mim é amor, a outra metade, também! Ah! e sou uma avó irremediável e completamente apaixonada pelos quatro netos!!!
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2 comentários:
Oi Denise...
toda transformação provem de grandes choques. Dessa forma se apura o extrato, lapida a pedra, forja o aço. Almas e corações não são diferentes.
No entanto, gradativamente esse processo confere dureza, brilho, polimento, valor a nova forma forma.
beijos
Oi, Julio.
Penso que algumas transformações ocorrem silenciosamente, outras independem das durezas da vida - mas a somatória desses eventos, incluindo os "temporais", produzem o brilho do diamante, cuja pedra foi sendo lapidada. O aprendizado é o que fica - de mais verdadeiro!
Beijos
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