“Planto flores no caminho para que não me faltem as

borboletas. Foram elas que me ensinaram que o casulo

não é o fim. É o começo."

Day Anne



10 de jan. de 2010

Ser diferentes


Nossas relações acontecem, muitas vezes, sem que saibamos (re)conhecer as semelhanças e saber o que fazer das diferenças. Isso se aplica a todas as relações, afetivas, familiares, amigas.
Seja o diferencial que exista entre os gêneros masculino e feminino, gostos, sonhos, virtudes, defeitos, jeito de perceber o mundo; ou a maneira como cada um age e reage, sente, pensa. O universo dos comportamentos e dos sentimentos compõem a gama que nos constitui e constituem a essência de nossas interações - o ser e a natureza das coisas!
Sermos diferentes não é bom nem ruim, é apenas ser diferente. Nós podemos ser diferentes até nas semelhanças, e este ingrediente - a diferença - acaba propondo receitas diferentes de um mesmo bolo, cujo sabor é autêntico, único, vindo de uma consistência aparentemente muito parecida, mas que guarda no DNA de sua individualidade, o ponto que nos brinda com a essência tão particular.
Bom mesmo é ter essa clara percepção, identificar e aceitar tudo que é diferente, guardando na natureza intrínseca que nos dá forma, conteúdo e diferencia do outro, a possibilidade do aprendizado que possamos ter na troca que essas relações oferecem. Está contida nessa dinâmica de vida - dar-se com e para o outro - a infinita amorosidade em que devemos fundar nossas escolhas do aprender...é nessa base que será erguida a edificação da relação a ser compartida.
Aceitar as diferenças é aceitar o aprendizado. Grandes diferenças, aprendizados engrandecedores.

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