
Os grilhões que nos prendem são criados por nós mesmos, na cegueira que impede que seja visto o que necessitamos; no engano que providencia o postergar da caminhada.
As amarras são tênues certezas que parecem intocáveis, mas, quando identificadas suas frágeis convicções, desatam os nós e libertam o coração.
Está preso aquele que quer permanecer ancorado onde está, mesmo que signifique o adiamento da vida. Ou porque neste instante, é tudo o que pode haver, pois até a libertação pode ser perigosa...
O laço que prende o grilhão é o medo. O elo que produz a corrente que aprisiona. Porque o amor liberta...o amor por si mesmo, pelo outro...
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