“Planto flores no caminho para que não me faltem as

borboletas. Foram elas que me ensinaram que o casulo

não é o fim. É o começo."

Day Anne


31 de mai de 2009


O limite para a tomada das mais difíceis decisões esbarra na fronteira imposta pela trincheira do medo. Tendemos a construir muros com as pedras do caminho ao invés de pontes, humanos que somos. E a abrir imensos abismos no lugar onde falta a certeza que afasta a coragem. No entanto, é lícita a soleira da porta onde debruçamos nossa impotência, essa que nos lança ao flagelo o espírito sedento de paz. Se é a morte da esperança que ronda a escolha da retirada, que não se engane: muito embora possa indicar fraqueza, há que ser forte para renunciar ao sonho que representa a própria vida!



"A mente pode aceitar fronteiras em qualquer lugar. A verdade, porém, é que, por sua própria natureza, a existência não pode aceitar fronteiras de espécie alguma." (Osho)


Um comentário:

M. L. disse...

Que lindos isso. E verdadeiro também. Parabéns!