“Planto flores no caminho para que não me faltem as

borboletas. Foram elas que me ensinaram que o casulo

não é o fim. É o começo."

Day Anne


30 de dez de 2008

O amor.



Não, não há necessidade em conclamar os direitos que assistem a um coração desgovernado pela súbita mudança de rumo, que atinge seus batimentos ritmados pela outrora paixão, elevada a amor há uma eternidade...

Sim, existe nele uma imensa e gelada constrição, porque arrebata e seqüestra esse sentir para eternizar a sensação grandiosa que o habita e preenche, efervescente na sua totalidade, mágico no seu existir.


O ano que termina deixa um gosto agridoce pelas suas inúmeras e intensas manifestações sintomáticas de sentimentos tão contrapostos que, relativisados, não se visitam pela descomunal distância entre si. O antagonismo natural os coloca opostos e incomunicáveis. No entanto, conviveram e se superaram até surgir a desistência desavisada....


Tal qual Sol e lua dependiam de um para o outro existir. Essa perfeição ímpar foi denunciada desde o tom marron-mel dos olhos à igualdade do amor de dois corações batendo em uníssono. Isso é eterno. Eterna é a perfeição do amor eternizado no coração. E também uma escolha!!


Não naufraga a esperança serena, fortalecida e cada vez mais destemida, pondo-se ternamente no aguardo da chegada do nobre sucessor desse legado sagrado, o amor!!


♥ Denise

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