“Planto flores no caminho para que não me faltem as

borboletas. Foram elas que me ensinaram que o casulo

não é o fim. É o começo."

Day Anne


9 de fev de 2012





"Esforços e coragem não são suficientes
sem propósito e direção."

John F. Kennedy

8 de fev de 2012

Operação bem sucedida!





Para atualizar as notícias sobre o novo colchão, preciso contar sobre o desfecho...
Como me propus, passei pelo critério da loja, aceitei a semana de forçada adaptação - o que não ocorreu.
Esta manhã preparei-me para o pior, e fui - disposta a voltar com uma solução!
Enquanto me arrumava, preparei um discurso, onde, claramente exporia minha condição e levaria duas perguntas, apenas: este fabricante considera a satisfação do cliente como um critério importante quando vende seu produto? Diante de uma resposta positiva, perguntaria quando iriam substituir meu colchão.
Trouxe pra compartilhar com vocês, alguns ensinamentos...
Primeiro, eu queria resolver em paz, mas, percebam, armei-me para buscar a solução pacífica. Incongruente, ainda que estivesse agindo levada pelo atendimento completamente inadequado de uma semana atrás. Sobre isto, nada foi mencionado - e eu não queria uma retratação ou pedido de desculpas, queria um colchão, e queria que isso fosse resolvido sem brigas. Queria o tratamento respeitoso e eficiente do dia em que comprei duas camas!
Quando entrei na loja, a vendedora, sorridente, me saudou dizendo que iria me ligar hoje - independente de ser verdade ou não, acolheu-me com educação e foi cortês. Eu fui logo retribuindo o sorriso (guardei as armas ao perceber que a munição era uma estupidez!) e contei a ela que voltava depois de cumprir as normas da loja, muito triste por não ter conseguido adaptar-me à minha cama nova, que já ganhou enxoval completo e está linda - apesar de desconfortável.
De pronto ela me disse que a ordem para substituir a mercadoria já estava liberada, e enquanto preenchia os papéis necessários, ganhei uma massagem na cadeira maravilhosa que vendem lá, depois assinei o que pediram e paguei o referente ao transporte de retirada e entrega do meu novo colchão. Ah, e agradeci a vendedora pela pronta (?) solução, claro!
Saí da loja satisfeita com três coisas: tive meu problema resolvido - espero amar o novo colchão, pois será este o meu companheiro de jornada noturna, e pronto! - e isso aconteceu com a tranqüilidade que desejei. Terceiro ponto e o mais importante, talvez, foi a lição: se desejo a paz, não devo usar armas. Eu era a outra parte dessa relação, a que sairia beneficiada e tinha o interesse em resolve-la sem estresse. Desfiz-me das armas e melhorei a intolerância.
Dentro de alguns dias, meu sono vai ser como no sonho que tive quando resolvi trocar meu amor velho por um novo - e aqui cabe outro aprendizado: queremos ganhar com o novo, muitas vezes, comparando-o ou não largando o velho, e isso também compromete o resultado.
Estou feliz por tudo ter caminhado para um desfecho bom e em harmonia.

Aguardem o champagne em celebração do resultado final!!

1 de fev de 2012

O corpo tem memória!



Imagem por Helena Venzke

Eu estou vivendo um momento esquisito, de adaptação a uma cama - nova. O corpo rolou a noite toda, amanheceu dolorido e triste de saudade do colchão que o abraçava, acolhedor, amigo, reconfortante. Precisou ser beeeeemmm alongado no pilates, afinal, precisa estar cheio de disposição pra sentar-se no chão, correr atrás de menino arteiro, dar milhões de abraços demorados.
Bom, saindo da academia me dirigi à loja, por duas razões simples: a base da cama, tipo box, veio com falha na costura - considero que uma marca pra lá de (re)conhecida pecou no acabamento e isso me surpreendeu - e pra contar de meu desconforto, trocar uma ideia sobre as possibilidades de trocar o dito colchão por um mais macio, talvez. Fui instruída a dormir por mais uma semana (doeu só de ouvir!) para que o corpo se adaptasse, uma vez que tem memória e está buscando pelas sensações habituais. Tá eu melhorei muito a tal explicação, mas, em essência, é isso, e eu concordei, mas já fui me adiantando, querendo saber se a tal adaptação não ocorresse, se seria possível trocarmos apenas o colchão pelo que tem mais maciez nas fibras do látex. Ouvi esta resposta, vejam se nesta loja consideram que a satisfação do cliente é um critério importante de avaliação e, mais - e pior, se houve respeito no trato com uma cliente educadamente sorridente, bem humorada, apesar de dolorida: - "E se a senhora não gostar, depois de uma semana, vai chegar aqui querendo trocar de novo?"
Lamentos a parte, saí de lá decepcionada, avisada de que seria aberta uma ocorrência (oi?) e compromissada com a tal tortura semanal. A tal base será substituída, porque é impensável que o controle de qualidade não tenha visto, e eles têm compromisso, nesse quisito, com o público. Menos mal que se obriguem a atender a um rigoroso controle de qualidade (é, eu também ri disso!) que vai substituir a parte que nem é visível, pois trata-se da base de sustentação de um mero colchão desenvolvido pra dar conforto. Com isto o cliente não pode ficar insatisfeito!! Deixando de lado a ironia, também saí de lá com uma frase se repetindo, louca pra ser explorada: nosso corpo tem memória!
Faz como eu, esquece a cama, e vamos pensar juntos sobre isso...

Concluí que tem memória sim, olfativa, de tato, de paladar, de visão, de audição.
Eu me peguei sentindo algumas sensações que a memória da pele guardou, pra sempre, lembranças do que os músculos provaram, e os olhos fechados trouxeram os toques, os cheiros, o calor, o aconchego, a saudade relativa às memórias que armazenam o prazer; como o frio que as manhãs desagasalhadas de carinho desejam outros amanheceres, ou a sensação vívida de um abraço demorado, ombro molhado das lágrimas silenciosas a drenar alguma dor antiga - minha, deles, delas, nossa! E o toque das mãos, de lábios, de ombros - de corpo inteiro? E o que dizer da textura das vestes gentis da pele do outro corpo, das roupas, das superfícies...
E o cheiro? meu Deus, como é verdade que o corpo lembra do talco daquele bebezinho que acalentou, do cheiro de leite que os intervalos das mamadas não venciam guardar, da loção de uma pós barba que não arranhou, do suor dos corpos que se atraíram e se roçaram, do sabonete, do creme, do perfume.
E o sabor da boca, da pele, das lágrimas, do chocolate lambido no dedo gentil - e de outras artimanhas que o amor sabe oferecer...ah, o sabor!!
O corpo tem memória auditiva, reconhece os chamados, o encantamento do silêncio, os ruídos íntimos, as delícias ditas roçando os lábios na pele. O corpo ouve apelos, faz apelos - e ouvidos moucos.
E também enxerga coisas que nenhum outro sentido vê.
O corpo tem memória, definitivamente - e o fato desta frase ter propiciado um delicioso passeio pelas sensações - e minhas memórias - é a parte boa de uma conversa que poderia ter sido mais empática.
De um evento desagradável, ocupei-me da lição que me proporcionou, daquilo que me trouxe de bom - dolorida, mas aprendiz da vida!


*A imagem escolhida - por representar a leveza, a intensa beleza de minhas memórias e a transformação compartilhada com vocês - foi um presente ganho esta manhã da Helena, uma sobrinha reconhecida pelo coração, sensível e adorável!


25 de jan de 2012

O retorno!





Muni-me da maior disciplina de que sou capaz para me sentar aqui e retomar este cantinho que tanta falta me faz, pois sem ele, não estou junto a vocês!
Imaginem a lista interminável de afazeres me aguardando após quase um mês ausente de casa...estou ainda adaptando-me à rotina e demandas às novas prioridades, razões que me impediram de vir pra cá assim que cheguei.
Este ano já começou intenso, e eu, trazendo na bagagem novos sonhos, vou viajar por ele, 2012, feliz como nunca, compartilhando com vocês as alegrias e conquistas, ô coisa boa!!

Estive neste período em férias e na companhia bem próxima de gente que amo, de preciosos amigos, vivenciando na pele e coração tudo de bom que é possível nessa vida. Na seqüência, dando continuidade a uma prática de estudos nessa época do ano, fui fazer um curso de formação em Coaching, e voltei afiada em realizar sonhos!!...rsrs. Por isso, declaro-vos que volto renovada em corpo e alma, cheia de planos e energia!!!!!

Quero agradecer a cada um que esteve aqui e não desistiu de esperar, vou responder a todos com imenso carinho, cheia de alegria pelo retorno e por te-los aqui comigo. Além do blog, são centenas de e-mails para ler, mas conto com a compreensão de meus queridos para atualizar-me!

Pensei em uma mensagem inaugural para 2012, mas decidi compartilhar aqui mesmo parte do fruto destes recentes aprendizados, trazendo esta reflexão:

William George Ward dizia que "as oportunidades são como o nascer do sol: se você esperar demais, vai perdê-las." Por acreditar nesta afirmação, estou em busca e atenta, mas proativa, porque para aproveita-las, é preciso decisões - e atitudes!

Me despeço deixando esta canção, executada pelo fabuloso Yanni, quem não conhece a tradução, sugiro procurar, é belíssima!

Muitos beijos, cheios de saudade!!




14 de jan de 2012

Cheguei...






Amigos queridos, depois de dezessete dias fora de casa, estou de volta, e já de mala na mão de novo...rsrs...
Foram dias de absoluta alegria compartilhada com pessoas que amo, momentos tão especiais que as palavras não reproduzem! Trouxe na bagagem fotos incríveis, lembranças eternas e saudade antecipada - juntando com a que senti de vocês, sou uma mulher cheia de saudade!!...rsrs
Como eu previ quando deixei uma pequena mensagem recepcionando o ano novo, fiquei afastada da net - porque não tinha conexão em alguns pontos da viagem, e porque manter estrito contato foi uma opção que assegurou viver cada dia na inteireza - o note ficou na minha mesa!
Minha ausência era apenas temporária, e vocês foram parceiros aguardando meu retorno - vocês são o máximo!
Recebi todos os comentários queridos que deixaram (e que vou moderar ainda hoje) e aproveito, sem anestesia, pra contar que vou precisar de mais uns dias para voltar, porque esta é a época que aproveito para fazer cursos, e volto de um deles na última semana do mês...não morram de saudade e nem esqueçam de mim, feito?

2012 é ano de transformações, realizações e felicidade...amém!

Escolhi a foto que tirei num lugar encantado chamado Aldeia do Papai Noel, em Gramado, RS.
Sintam-se abraçados e estreitados junto do meu coração, com o imenso carinho que dispensa palavras...