“Planto flores no caminho para que não me faltem as

borboletas. Foram elas que me ensinaram que o casulo

não é o fim. É o começo."

Day Anne


8 de abr. de 2011

Grau zero!!!!


Feliz, muito feliz!!

Esqueci o segundo livro!


Olá, participo novamente da Campanha Bookcrossing ou "Vamos esquecer um livro?" marcada para acontecer neste dia 08 de abril.
Pra quem chega agora e não conhece a ideia, esta campanha começou assim...e a divulgação está logo aqui em cima, clique no Selinho pra ver.

"Seu Balde Está Cheio?" é um livro escrito a quatro mãos - Tom Rath trabalha com o desenvolvimento profissional através de testes e programas, enquanto que Donald Clifton, seu avô, foi considerado o Pai da Psicologia Positiva. Neste trabalho, eles oferecem estratégias que podem transformar as relações em todos os ambientes que vivemos: família, trabalho e redes sociais.
Eles lembram que, a cada momento do dia - todos os dias - nos deparamos com a seguinte escolha: podemos encher os baldes uns dos outros, ou esvaziá-los. Pra saber como, só lendo...rs

Desta vez, optei por "esquecer" um livro que considero uma boa oportunidade transformadora. Ele "saltou aos olhos" quando, parada diante de minhas relíquias, pensava em uma escolha interessante. Segui o sinal, e fotografei pra compartilhar com vocês - e desta vez, escrevi o recadinho e anexei ao livro.




Onde "o esqueci"?

Bem, pensei num lugar com grande fluxo de gente - quem precisasse dele, estaria lá. Escolhi o saguão de um hotel - deixando-o deliberadamente "oculto" entre almofada e encosto. Que o encontro seja promissor!


Você tinha essa informação?




Fica a dica de leitura...

5 de abr. de 2011


"Tudo que deixarmos ir, se for realmente importante
e bom para nós, voltará!"

Taddeu Vargas

4 de abr. de 2011

A ONDA...

As catástrofes abalam mais do que a estrutura física que devastam, deixando atrás de si mais do que escombros da destruição. O aspecto positivo de cada evento furioso da natureza, é a reflexão
que acompanha a imagem congelada da dor que assolou tantas pessoas - vitimando-as além de qualquer aparência cabível de descrição, como aconteceu no Japão.
Recebi esta mensagem da minha amada Rê(gina), e, apesar de não ter nada contra sonhos de conquistas materiais, viagens - eu mesma levei os meus pra Disney e tirei centenas de fotos, vou ao shopping, já assisti muito Faustão, novelas e BBB - me chamou atenção o enfoque, pós-tsunami, dos valores que temos em evidente descuido...talvez.

Compartilho o texto para avaliação de vocês próprios, unica forma que existe de construir conceitos - ainda que seja a partir de crenças e valores em comum com nosso meio familiar e redes sociais.

Boa leitura!




"ESTE MUNDO É IMPERMANENTE.

É COMO O REFLEXO DA LUZ NA ÁGUA.

TODAS AS NOSSAS REALIZAÇÕES
SERÃO DEVASTADAS PELOS
VENTOS DA MUDANÇA."

Buda



Tristes tempos os nossos, em que o individualismo exacerbado impera como regra amplamente difundida e aceita. Vidas reduzidas a minúsculas caixas – pequeninas zonas de conforto. Projetos existenciais reduzidos aos interesses próprios e aos da família imediata.
A superficialidade das conversas que ocupam as relações sociais e o nosso dia-a-dia comprova a miopia existencial que impera:
“O meu carro ‘zero’!
“O plano de saúde ‘top’ da minha família”.
“O meu salário e a minha renda.
“O apartamento maior para onde em breve pretendo me mudar.”
“O roteiro de férias da minha família! Quer ver as fotos dos meus filhos, em Orlando, com Mickey e Pateta?”
“O meu iPad 2, de última geração! Não que o outro, que havia comprado há pouco, fosse ruim, mas lançaram este e tenho que ostentar.”
“O meu tempo livre: Big Brother, Faustão, passeio no shopping, futebol e novela."
E vem a onda gigantesca sacudir as nossas rasas convicções, e remeter os olhos dos que queiram enxergar para as coisas que realmente importam. Diante das forças imponderáveis da existência, até mesmo o monte Fuji vê sua opulência perdida. Era para ser mais um dia de rotina e afazeres, como outro qualquer, não fosse a grande onda. Um breve instante, e tantos planos, projetos e existências arrasados. Viver é dançar na corda oscilante do inesperado. Não convém depositar a nossa confiança nos bens materiais, nos dias e nas horas. Tudo que é sólido se desmancha no mar. Os bens materiais não resistem às tempestades e intempéries da vida. Não convém depositar neles a nossa confiança. Impermanência – outro nome para a vida terrena. Bairros inteiros varridos num piscar de olhos. Lista contendo os nomes dos milhares de vítimas. Para os que partiram não haverá mais outonos ou primaveras, feriados ou provas na escola, manhãs de domingo ou noites estreladas.
A vida é como uma rosa que nos inebria com o seu perfume e nos dilacera com os seus espinhos. Sabedoria é empreender a travessia pelo árido deserto da existência, rumo ao oásis verdejante da essência. E de frente para o mar, absorta em pensamentos, ela pondera:
“A vida é breve demais para que a façamos pequena.”

*Um peregrino

3 de abr. de 2011

Quero ter estas virtudes...






“Amar significa amar o que é difícil de ser amado,

de contrário não seria virtude alguma;

perdoar significa perdoar o imperdoável,

de contrário não seria virtude alguma;

fé significa crer no inacreditável,

de contrário não seria virtude alguma.

E esperar significa esperar quando já não há esperança,

de contrário não seria virtude alguma.”


Gilbert Keith Chesterton


Para começarmos bem a semana!!
Carinho meu, meus queridos!