“Planto flores no caminho para que não me faltem as

borboletas. Foram elas que me ensinaram que o casulo

não é o fim. É o começo."

Day Anne


22 de fev. de 2011

Meme Literário





Este selinho veio duplo, lá do Divã nosso de cada dia, da minha amiga Regina, e da Sala do Blog Flores e Livros, da amiga Vivian. Dias depois, a querida Adelia, do Anseios da vida também prestigiou o Tecendo Ideias, incluindo-me na sua escolha. Agradeço o carinho desse trio querido, e tantos livros veiram à cabeça que deu vontade de responder a uma por vez, pra ter mais opções...rs
A Rê sentiu curiosidade de saber de alguns amigos, as opiniões do Meme Literário. A Vivian indicou para todos seus amigos e deixou recadinho aqui. Não é uma tarefa fácil, para uma devoradora de livros, mas vamos lá...
1. Vários livros eu leria muitas vezes, ou lerei, sem me cansar. Como não consegui escolher um apenas, então escolho o autor: Deepak Chopra.
2. Seu Eu Sagrado, de Wayne Dyer.
3. Vou transgredir e indicar dois: Amar ou Depender? do Walter Riso, e Este meu velho marido, de Sharyn Wolf.
4. Hoje não estou conseguindo seguir regras...rsrs...mas adoraria saber dos amigos que passarem e quiserem compartilhar. Podemos imaginar que as indicações de leitura fazem parte de um clubinho nosso, o Clubinho dos amigos blogueiros.
Fica o convite!

Recado de Deus


"Se você perder o amanhecer que fiz para você hoje, não tem importância. Eu lhe farei outro amanhã."

21 de fev. de 2011

Lembra-te:


"Se plantaste, espera.
confia com paciência e sem pressa.
Não arranques a semente todos os dias
para ver se já está nascendo."

Yogananda

19 de fev. de 2011

Revigorando o amor!



Em junho passado escrevi sobre fazer amor. Na época, eu disse que todos nós temos nosso jeito de amar, ou demonstrar amor. E perguntei:
- Você já parou pra pensar como mostra seu amor?
Esse pensamento tinha invadido minha cabeça naquele dia, durante uma conversa.
Observei que ao longo da vida, eu demonstro amor fazendo, e de diversas e diferentes formas. A questão que emergiu lá, ressurgiu hoje e que trago agora pra cá, é: Como faço amor?
Entre centenas de maneiras, quer ver algumas?
Sempre que faço pra alguém seu prato preferido, estou mostrando amor. Quando ouço com atenção as aflições que atormentam pessoas que são importantes pra mim, estou fazendo amor. Ao demonstrar interesse pelos sonhos dos outros, andando junto na trilha íngreme, segurando na mão estendida que pede conforto, acolhendo as lágrimas de uma dor que transbordou ou abraçando um corpo doente de dor, estou fazendo amor.
É nos gestos que mais revelamos o amor - as palavras não o traduzem com perfeição. Então, se fizermos uma lista de ações amorosas, entenderemos que o amor está nas coisas mais simples, nas intenções mais verdadeiras, e que fazemos amor, amando. Amando sem reservas, sem condição ou imposição.
Fazendo o doce predileto, procurando o presente perfeito, escolhendo a melhor hora pra fazer a surpresa, roubando horário de uma agenda apertada, lembrando de comprar guloseimas, esperando o primeiro minuto da madrugada para cumprimentar pelo aniversário, selando um acordo com um olhar, ou compartilhando de um café fresquinho, estamos fazendo amor.
São inúmeras as atitudes que carregam o amor que sentimos. O silêncio respeitoso, o abraço cheio de saudade, uma sopa quentinha, ou quando cedemos nossa cama, sentamos juntinhos no sofá e torcemos baixinho pro Brasil. Pode parecer banal, mas ao darmos carona pro aeroporto, atendermos de um bebê enquanto os pais descansam, servirmos uma massa mergulhada no molho preferido, ou ouvirmos quem está triste, estamos mostrando amor, fazendo. E quando dizemos "te amo" olhando no fundo dos olhos em completo silêncio, ou retribuímos um aceno que sabemos que custou a chegar, quando presenteamos com um livro que adoramos - e se o exemplar for o nosso, então...seguramente, estamos fazendo amor!!
Entretanto, a mais importante de todas as formas de fazermos amor é quando mudamos, tornado-nos pessoas melhores, aprendendo a lidar com nossos limites buscando superações, crescendo por opção. Nesta hora estamos fazendo amor conosco, maneira unica de amarmos o outro!
Reeditei com pequena adaptação o texto, sentindo que permanecem os mesmos sentimentos, observando que continuo fazendo amor, descobrindo a cada dia formas de manter acesa a chama da vida, renovando a mim - e revigorando o amor!
Se você se achou em alguma parte do texto, descobriu que faz amor de um jeito que não sabia que fazia.

E então, vamos continuar fazendo amor?

18 de fev. de 2011


"Quando chega a morte, não é da nossa ternura
que nos arrependemos: é da nossa severidade."
George Eliot


Acho que esta foi uma das tantas coisas que compreendi, por isso, suavizei-me.