“Planto flores no caminho para que não me faltem as

borboletas. Foram elas que me ensinaram que o casulo

não é o fim. É o começo."

Day Anne


7 de set. de 2010

Sete de Setembro



Independência ou Morte



1888
Pedro Américo


Um texto da Martha Medeiros com esse título, eu já conhecia, e recebi outro nesta semana. Ilustrando o dia de hoje, cujo marco e importância todos conhecemos - e encontramos dados históricos fartamente pela rede - faço um paralelo com a vida, deixando o link de um áudio do texto do Túlio Henrique Pereira (só clicar aqui) e o texto da gaúcha - transcrito abaixo.




Independência ou Morte

Tem uma série de coisas que a gente deseja na vida: uma profissão que nos realize, uma intensa vida afetiva, viagens, amigos, descobertas.
Mas se eu tivesse que resumir em uma única palavra o que considero a mais importante conquista, esta palavra seria: INDEPENDÊNCIA.
No dia 7 de Setembro comemora-se a Independência do Brasil. No entanto, prefiro comemorar a minha, a sua, a nossa.
Não há quem não sonhe em trabalhar por conta própria, ser patrão de si mesmo. Os que conseguem, não trocam por nada. Como conseguir isso? Dominando um ofício, indo além do que os outros aprenderam, fazendo as coisas do seu próprio jeito, arriscando. Parece difícil...e é.
E mais difícil ainda ser independente no amor. Paixão não entra nessa conversa. Quando estamos apaixonados somos todos dependentes de telefonemas, de e-mails, de declarações, de presença constante. Já o amor, que é um estágio posterior, mais sereno e seguro que a paixão, permite o desenvolvimento da independência. Você não precisa estar em todos os lugares que seu amor está, você não precisa concordar com tudo que ele pensa, você não precisa abdicar de todos os teus projetos, você se sustenta, você conta, você existe. Tem gente que não abra mão disso por puro comodismo. Prefere ser uma sombra, um sparing. Defende-se dizendo que não tem outro jeito. Mentira. É uma escolha. Ir sozinha ao cinema, pagar suas dívidas, viajar, dirigir, não afligir-se (tanto) com a opinião alheia. Saber cozinhar pra si mesma, entreter-se com hábitos solitários como a leitura, pegar um táxi, resolver os próprios problemas, tomar decisões com confiança. Não “precisar” dos outros, e sim contar com os outros para aquilo em que são insubstituíveis: companhia, sexo, risadas, amizade, conforto.
Se você ainda não atingiu este estágio, suba num cavalo imaginário e dê seu grito do Ipiranga. Ficar amarrada à vida alheia faz você viver menos a sua.
Nada de fazer-se de desentendida só para não se incomodar.
Incomode-se.
DEPENDÊNCIA É MORTE.

Martha Medeiros




5 de set. de 2010

Soltar




"Soltar é o poder de colocar um fim a tudo que é destrutivo e inútil. Não segurar nada do passado no coração. É a força de dizer 'não' para a negatividade. Soltar as expectativas que os outros têm de mim e que eu tenho deles. Soltar todas as crenças à minha identidade finita. Soltar as opiniões dos outros. Soltar os comportamentos destrutivos do eu e dos outros. Soltar o que 'acho' que sei e quem eu 'penso' que sou. Soltar requer coragem, perdão, confiança e pureza. Significa que minha vida começa de uma nova maneira a partir de agora."

Caroline Ward






4 de set. de 2010

Espiritualidade II


"Resposta espiritual é baseada no amor e nos bons votos, que são a maior força unificadora. Isto não requer nenhum material exceto bons pensamentos, bons sentimentos, boas palavras e atividades. A mente é o assento de todas as nossas crenças, percepções, experiências, memórias e aspirações. É a máquina mais poderosa que temos a nossa disposição e também aquela cujo controle é o mais difícil de alcançar."

3 de set. de 2010

Voz interior


"Espiritualidade é reconhecer nossa própria sabedoria interior, reconhecer o oráculo que existe dentro de nós. Se escutarmos a essa sábia voz interior, poderemos aprender como dar sentido às coisas e entender o que está acontecendo ao nosso redor. Quando vamos para dentro, a mente começa a se acalmar e assentar. A vida se torna mais ordenada e ficamos mais contentes. Começamos a sentir que agora podemos ir em frente nessa jornada que irá nos preencher."

Lembrancinha...


Oferecida pela Rê(gina) a quem compareceu a primeira festa virtual do Blogger, no Salão de Festas, a lembrança de uma amizade que rompe os limites para fazer-se acontecer.

"P.S: É prá levar a lembrancinha... bem casadinho, garradim nocê!"

Eu trouxe a minha, feliz por ter participado da inauguração que homenageou essa mulher incrível, uma amiga especial demais - só podia ser no Dia do Psicólogo!!