Há tantos diálogos
o semelhante
o diferente
o indiferente
o oposto
o adversário
o surdo-mudo
o possesso
o irracional
o vegetal
o mineral
o inominado
Diálogo consigo mesmo
com a noite
os astros
os mortos
as ideias
o sonho
o passado
o mais que futuro
Escolhe teu diálogo
e
tua melhor palavra
ou
teu melhor silêncio.
Mesmo no silêncio e com o silêncio
dialogamos.
Carlos Drummond de Andrade, in 'Discurso da Primavera'
E assim dialogam o poeta e a poesia...
ResponderExcluirBeijos.
Que belo par...
ResponderExcluirPoeta e blogueira, geniais, unidos através da malha insondável do tempo...
Bom domingo, Denise!
...e outra vez o poeta manifesta sua encantadora presença...bjos, meu querido!
ResponderExcluirMeu amigo Leonel...geniais, no plural, só mesmo por conta da tua generosidade, né?!...rs
ResponderExcluirEm recente passagem pelo Rio, esta foto era obrigatória, caminhei sob um sol danado por toda Copacabana até chegar nele...rsrs
Retribuo os votos de um ótimo domingo, abração!!
Bela inspiração dialogante.
ResponderExcluirbjs
Oi Norma, os diálogos sempre produzem resultados, eu acho importante manter essa prática...
ResponderExcluirBjos
Que belo poema!!! E você está irradiando vida nessa foto com esse mar lindo como cenário!!! Que vc tenha uma ótima semana cheia de muita paz!!! Um grande abraço!!!
ResponderExcluirUltimamente ando meio cansada desse diálogo solitário. Até parece que sei de cor os ecos...De qualquer maneira, adorei vê-la (lindona minha)garradinha com Carlos.
ResponderExcluirBeijuuss, irmiga, n.a.
Um dia vou me sentar com Drummond, prosear e tirar fotinha assim.
ResponderExcluirMeu silêncio grita, menina... Mas acho que ainda o prefiro do que certos barulhos que nada me dizem.
Beijinhos de inté já, galêga.
Juro que já vi Drummond em boas companhias.
ResponderExcluirMas confesso: com certeza, o poeta derreteu seu ferro de Itabira - sua cidade natal - essência que em versos diz ser feito- e tornou-se carne e osso... voltou dos céus ao te ver, encantado ao ouvir a tua voz-poesia, amiga querida!
Muitos beijos neste coração que gosto tanto!
Pois é Cris, entre os perrengues e as obrigações, a gente precisa de momentos felizes, e este foi um deles, recentemente.
ResponderExcluirTô me esforçando pra fazer desta semana dias melhores, obrigada, minha amiga tão querida!
Um beijo e o desejo igual pra vc!
Cê viu que intimidade, Rê?...rsrs
ResponderExcluirVc sabe irmiga, que todo diálogo interno nos põe em risco...a gente se machuca sem querer...repete e repete as mesmas coisas, e o cansaço é inevitável em algum ponto desse conversê...ando sentindo o mesmo...e procurando eco em algum lugar...eitaaaa....rsrs
Bjãozão, minha Rê!
E não é, MI??
ResponderExcluirEu acredito que o silêncio pode falar mais que palavras, estas, embaralham as emoções, afiam, desafiam, desafinam a alma da gente e a gente fica...sem palavras...misturando-as...ordenando-as...subordinadas a elas...quero, não!
Até logo ali...rs
Bjos, MI!
Ah, Iza...rsrsrs...só você pra, no teu excesso, me deixar transbordando...mas de riso, viu???...rsrsrs
ResponderExcluirQue bom é te encontrar por aqui!
Bjos, minha querida!
Assim as palavras criam asas e fazem a revolução.Linda foto com o conterraneo.
ResponderExcluirBoa semana Denise.
Meu carinhoso abraço de paz e luz.
Poesia sempre faz bem pra alma da gente, toca onde palavras vazias não chegam...
ResponderExcluirUma ótima terça-feira pra ti!
Bjos