“Planto flores no caminho para que não me faltem as

borboletas. Foram elas que me ensinaram que o casulo

não é o fim. É o começo."

Day Anne


31 de mai de 2011

Dia Mundial Sem Tabaco






A simples ideia desta adesão seria surpreendente há alguns poucos anos - como ex-tabagista, consciente dos malefícios do uso e da diferença fundamental na qualidade de vida de quem não intoxica a si e aos passivos fumantes, hoje me congratulo pela escolha que me possibilita melhor saúde, convívio saudável e sem estresse com não fumantes - graças a Deus, maioria! -, pela possibilidade maravilhosa de poder estar com meu neto, livre de qualquer restrição.
Acho que campanhas são importantes sim, mas minha experiência me diz que a decisão depende unicamente da pessoa, que, sem estar realmente motivada e disciplinada, resolvida a adotar um estilo de vida melhor, a reincidência costuma acontecer. Não é fácil abandonar esse vício, ainda mais se o uso é de longa data - quimicamente o organismo se torna dependente, e, muitas vezes, "apenas" o desejo não é suficiente para o sucesso dessa empreitada. Estar cercado de pessoas que estimulam e dão apoio aumenta a potencialidade do sucesso, e eu tive essa "sorte", razão pela qual hoje posso comemorar minha desistência...ou seria minha continuidade?

Aqui uma das centenas de divulgação da campanha de hoje.
Viver faz a diferença. Viver com saúde, muuuuiiito mais. Pense nisso!


30 de mai de 2011

Ei, você...

Inspirada pelo amigo Alexandre



Vou (Vamos?) nessa de Confúcio:

"Não são as ervas más que afogam a boa semente, e sim a negligência do lavrador."

Uma ótima segunda-feira, semeando e cuidando da semana que inicia!


27 de mai de 2011



Que o sábado seja maravilhoso!

Beijos




E por falar em tecer...





"E a vida vai tecendo laços quase impossíveis de romper:
Tudo o que amamos são pedaços vivos do nosso próprio ser."

Manuel Bandeira


25 de mai de 2011



"A vida é linda mesmo doendo nos desencontros e despedidas."
Nina Linhares

Retirada daqui:









“Um dia, quando menos se espera, a gente supera.”
Caio F. Abreu

22 de mai de 2011

Sobre a amizade


Compartilho com você, porque também ...



De uma amiga ganhei nesta semana, o maravilhoso arranjo que você vê ilustrando esta postagem, de outra, o livro A riqueza do mundo, de Lya Luft, de onde extraí o capítulo 18 - Sobre a amizade.





"Que qualidades a gente deve esperar de alguém com quem pretende ter um relacionamento amoroso?", perguntou o jornalista. Incrível as perguntas que nos fazem.
Respondi o que acredito: "Aquelas que se esperaria do melhor amigo."
Pode ser um bom critério. Não digo de escolha - pois amor é instinto e intuição -, mas uma dessas opções mais profundas, arcaicas, que a gente faz até sem saber, para ser feliz ou para se distrair.
O resto, é claro, no amor seriam os ingredientes da paixão, que vão além da razão e da sensatez, passageiro terremoto de delícias que faz tudo valer a pena, que promove os maiores erros e os melhores acertos. Salva-nos eventualmente de um desacerto irremediável a sensação que vem das entranhas, ou das tripas da alma, ou do inconsciente: o nosso instinto de sobrevivência.
A velha misteriosa intuição, que às vezes falha nessa onda de euforia e susto.
Eu não quereria como parceiro de vida quem não pudesse querer como amigo. E amigos fazem parte de meus alicerces emocionais: são um dos ganhos que a passagem do tempo me concedeu.
Falo daquela pessoa para quem posso telefonar não importa onde ela esteja, nem a hora do dia ou da madrugada, e dizer: "Estou mal, preciso de você". (Ainda não tive que recorrer a isso, mas, se precisar, sempre haverá alguém, e isso me conforta.) E ele ou ela estará comigo pegando um carro, um avião, correndo alguns quarteirões a pé, ou simplesmente ao telefone o tempo necessário para que eu me recupere, me reencontre, me reaprume, não me mate, seja lá o que for.
A boa amizade nos poupa muita inquietação, desconfiança e ciúme. Não precisamos sondar nossas tripas, interrogar nosso inconsciente, para ter um amigo e confiar nele. Em geral um olhar bom, uma conversa sossegada ou interessante, pequenas maneiras de alguém novo se instalar na nossa vida,
Com sorte, para alguma alegria.
Com cuidados, para sempre.
Com alguma sabedoria, sem drama.
Está ali, o amigo, a amiga. presença apaziguadora e ao mesmo tempo interessante, aquela dos diálogos intermináveis, das confidências, dos telefonemas às vezes só pra jogar conversa fora, dar risada, e iluminar o dia.
E o bom mesmo é que na amizade, se verdadeira, a gente não precisa se sacrificar, nem compreender, nem perdoar, nem fazer malabarismos sexuais, num inventar desculpas, nem esconder rusgas ou tristezas. A gente pode simplesmente ser: que alívio, neste mundo fantástico e tão exigente (quando não tedioso, o que é de assustar).
Mais reservada do que expansiva num primeiro momento, mais para tímida, tive sempre muitos conhecidos e algumas reais amizades de verdade, dessas que formam, com a família, o chão sobre o qual a gente sabe que pode caminhar. Algumas estão comigo há décadas, outras são recentes, e houve alguma que, nem sei mais por que motivo, me descartou (ainda me dói quando recordo).
Minha alegria vem daquelas para as quais eu sou apenas eu, uma pessoa com manias e brincadeiras, também tristezas, erros e acertos, os anos de chumbo e uma generosa parte de ganhos nesta vida. Com uma dessas amizades posso fazer graça ou fazer fiasco, chorar, eventualmente dizer palavrão quando me irrito ou quando esmago o dedo na porta. (ou sempre que me der vontade).
A amizade é um meio-amor, sem algumas das qualidades dele, mas sem o ônus do ciúme - o que é, cá entre nós, uma bela vantagem. É par rir junto, dar o ombro pra chorar, criticar (com delicadeza, por favor), é pra apresentar namorado ou namorada, é poder aparecer de chinelo de dedo ou roupão, é poder até brigar e voltar no minuto seguinte, sem ter que dar explicação alguma.
Sem cobrança.
Amiga é aquela a quem se pode ligar quando a gente está com febre e não quer sair pra pegar as crianças na chuva: a amiga vai, e pega junto com os dela, ou até se não tem criança naquele colégio.
Amigo é aquele a quem a gente recorre quando se sente a última das mulheres, levou fora do namorado, o marido foi grosso, qualquer coisa dessas, e ele chega confortando, chamando de "minha gatona" mesmo que a gente esteja um trapo.
Conheci uma senhora que se vangloriava de não precisar de amigos: "Tenho meu marido e meus filhos, e isso me basta". O marido morreu, os filhos seguiram suas vidas, e ela ficou num desertos em oásis, injuriada como se o destino tivesse lhe pregado uma peça.
Mais de uma vez queixou-se, mas nunca tive coragem de lhe dizer, àquela altura, que a vida é uma construção, também a vida afetiva. Que amigos não são frutos do acaso: são cultivados com...amizade. Sem esforço, sem adubos especiais, sem método, sem aflição: crescendo como crescem as árvores e as crianças quando não lhes falta nem luz nem espaço nem afeto.
Quando em certo período o destino havia tirado de baixo de mim todos os tapetes e perdi o prumo, o rumo, quase o sentido de tudo, foram amigos, amigas - e meus filhos, jovens adultos já revelados amigos - que seguraram as pontas.
(Eram pontas ásperas aquelas.)
Com eles, sem grandes conversa nem palavras explícitas, aprendi solidariedade, e reavivou-se em mim, para sempre, o valor da amizade.
Nesta página, hoje, sem razão especial nem data marcada, estou homenageando aqueles, aquelas, amigos e amigas, que têm estado comigo seja como for, para o que der e vier, mesmo quando estou cansada, estou burra, estou irritada ou desatinada - porque às vezes eu sou tudo isso, ah sim.
Pois o verdadeiro amigo é confiável e estimulante, engraçado e grave, ás vezes intrometido e irritante; pode se afastar, mas sabemos que retorna ou vai estar lá para nós, ele nos aguenta e nos chama, nos dá impulsos e abrigo, e nos faz ser melhores.
Quem sabe por isso velhos casais se tornam até fisicamente parecidos: porque na cumplicidade de uma relação que não perdeu todo o encanto, mas preserva interesse e diferenças, permaneceu entre eles, com jeito de amizade, um bom amor.



Obrigada Bia, obrigada Cris!

21 de mai de 2011





Bom domingo pra você!!
Beijo carinhoso.


"Eu sou essa gente que se dói inteira porque não vive só na superfície das coisas."

Marla de Queiroz


16 de mai de 2011

Um encontro especial




Sabe quando você fica meses sem ver uma pessoa, e, quando encontra de novo, o abraço é de saudade, mas sem censura, é saudade mesmo, e pronto. A conversa flui, as risadas saem seguidas de falas se atropelando, afinal, é muita coisa pra contar, e a gente não sabe quantos meses vão nos separar outra vez de um momento como esse.
"Engraçado", me pego pensando...nada sai do seu lugar: o afeto está lá, o prazer da companhia, a conversa animada, as brincadeiras e provocações já conhecidas, a alegria simples de estar junto, em volta de uma mesa cúmplice da gula e do bom paladar.
Até a observação de que o olhar de psicólogas que analisam tudo e todos, o tempo todo, é inevitável - e de novo a gente jura que não, sabendo que não compreendem que ali, naquele contexto e momento de vida familiar, quem está de corpo e alma presentes, são mãe e filha, mulheres comuns, entregues à delícia da conversa, e a última coisa que lembram é de analisar o que vêm ou ouvem.
Este encontro trouxe ainda a chegada do aniversário da dona da casa, que virou a meia-noite recebendo abraços que não esperava, surpresa e feliz. A vida é feita desses pequenos momentos, reservando emoções inesperadas que deixam esse sabor gostoso na alma da gente.
É assim que me sinto, tarde da noite, saboreando as horas de muita conversa, riso, recordações e emoções fortes, compartilhadas entre mulheres de idades diferentes, mães e filhas, todas primas e boas amigas - o compadre subiu as escadas mais cedo, tanto pra refazer o sono quanto pra deixar à vontade aquela conversa feminina.
Foi bom esse papo, esse aconchego, a energia calorosa desse encontro que reuniu as novidades e a saudade. Esses momentos são doces e felizes!
Família é um bem tão essencial, é um critério tão alto, que mora no topo de nossas vidas!





No amor encontro todas as respostas, os caminhos, o refúgio, a beleza, o conforto, a perfeição!


15 de mai de 2011

Este Blog é Apaixonante




Demorei um pouquinho para publicar este Selinho , que foi um carinho da Maria José, do Blog Arca do AutoConhecimento. Vale a pena você conhecer, freqüentar e indicar.

As perguntas e as minhas respostas são estas:

01. Pegue o livro mais perto de você, abra na página 18 e encontre a 4ª linha:
"Outra explicação à dificuldade em dizer NÃO poderia estar ligada ao fato de..."
Do livro "Falo? ou não falo? Expressando sentimentos e comunicando ideias"
Autoras: Fátima Cristina de Souza Conte e Maria Zilah da Silva Brandão

02. Estique seu braço esquerdo o mais longe que puder. O que você encontra?
Uma pilha de livros, com O melhor ano da sua vida pode começar hoje - Debbie Ford - em cima.

03. Qual foi a última coisa que assistiu?
Vários vídeos no Youtube.

04. Sem olhar o relógio, que horas você acha que são?
13:30 horas.

05. Agora, olhe no relógio. Que horas são?
13:51 horas.

06. Sem contar o barulho do computador, o que mais está ouvindo?
Barulho de carros passando na rua e Barry Manilow.

07. Quando foi a última vez que saiu? Onde foi?
Foi neste sábado. Estive num chá de bebê, no lançamento de um Condomínio Residencial, e em um barzinho.

08. Antes de começar esse questionário, o que estava fazendo?
Ouvindo música enquanto arrumava algumas pastas no escritório.

09. O que tá vestindo?
Uma legging e um blusão.

10. Você sonhou a noite passada?
Sonho sempre, lembro de alguns.

11. Quando foi a última vez que você deu risada?
Até quando estou tristonha procuro sorrir, mas ri bastante ontem.

12. O que acha da pessoa que te indicou este desafio?
A Maria José é uma pessoa que ensina superação na doçura do olhar, é gentil e carinhosa. Uma mulher admirável.

13. Viu alguma coisa esquisita há pouco tempo?
Não.

14. Qual foi o último filme que você assistiu?
Eu assisto a menos filmes do que gostaria. Como todo hábito, esse é um bom para retomar - mas minha dificuldade é guardar nomes de filmes. Acho que arquivo por tema...rs

15. Se você se tornasse milionário da noite para o dia, o que compraria?
Provavelmente imóveis.

16. Uma coisa sobre você que eu não saiba.
Tem muitas, algumas, nem eu descobri ainda...rs

17. Seu estado de espírito agora.
Tranqüila.

18. Se você pudesse ser qualquer mulher famosa, qual seria?
Não sei se gostaria de ser famosa, mas certamente gosto de ser eu mesma.

19. Imagine que seu primeiro filho seja uma menina, como a chamaria?
Se meu primeiro filho tivesse sido uma menina, talvez se chamasse Michele, à época - hoje, palpito em nome pra netos...rs

20. Imagine que seu primeiro filho seja um menino, como o chamaria?
Meu menino talvez devesse chamar-se Rodrigo, como era a intenção, assim ele ficaria mais satisfeito com a escolha...rsrsrsrs

21. Você pensa em morar fora?
De jeito nenhum. Tenho raízes fortes, nada me tira do Brasil.

22. O que você mais quer agora?
É tão pessoal que não posso compartilhar.

23. Qual a pessoa mais importante na sua vida?
Minha família.

24. Qual seu sonho para curto prazo?
Realizar os novos projetos profissionais e aquilo que mais quero agora...rs


Os 10 blogs que indico são:

Andei pensando...





6 de mai de 2011

Mãe!




Ano passado homenageei minha mãe e a mãe de meu neto.
Este ano, quero falar delas falando de todas as mães, de mim, da minha, da tua - de você, talvez.
Quero falar da maternidade, desse amor sem fronteiras que cabe no ventre.
Gerar um filho é engravidar do amor antes que ele tenha forma, é preparar a fôrma onde vai desenvolver a vida, é adaptar o corpo para hospedar o representante do amor supremo - ele é superior a tudo!
Conceber um sonho, isto é estar grávida. Não existe um verbo para conjugar este amor, perceberam? Não dá para unir a ele nenhuma outra forma conhecida de amar. Deve ser por esta razão que o chamam incomparável, singular, maior que tudo. O amor MAIOR.




Mas o importante não é discutir este sentimento, é reconhecê-lo, distingui-lo, e, neste dia, senti-lo na sua potência máxima - recordar o chorinho, a bagunça no banho, a manha para dormir, a hora de comer, a curiosidade estampada nos olhinhos, os passos inseguros, a corrida atrás da bola, o olhar extasiado para a primeira boneca, a espera pelo Papai Noel, a busca pelas pegadas do coelhinho, a carícia da mãozinha no rosto quente ou o calor da pele febril que tirava o sono e roubava a tranqüilidade da família.




A infância dá lugar à criança crescida por fora, que abraça e rejeita, que grita, bate a porta e se tranca do lado de fora da gente. Aí, quem chora, somos nós.
Sim, os filhos crescem, e na mesma proporção em que um tombo rala o joelho, mas sangra é o nosso coração. Crescem na medida em que se sentam no banco do motorista, e ficamos nós no vácuo da partida. Eles crescem silenciando nossa fala, enquanto grita a saudade e emudece o apelo. Se diminui a adulação, com eles crescem nossa admiração, a devoção, o orgulho e a paixão.
Temos que aprender a ser mães de bebês, crianças, adolescentes, jovens, adultos e maduros - uma verdadeira formação graduada, que não deforma o amor original, quando muito, encolhe um pouco sua expressão efusiva, sem economizar na doação incondicional.




Dia das Mães não uma data fixa, perceberam? O Natal é dia 25 de dezembro, todos os anos. Concluo que seja porque Dia da Mãe, é todo dia, e até o fim de seus dias. Neste dia oito de maio é o dia de reverenciar a mãe porque pariu e recordar a que já partiu. É dia de folhear um álbum imaginário e ver imagens desbotadas pelo tempo, mas impressas na alma cujas janelas das lembranças se abrem em festa. É dia de orar, de olhar para trás e agradecer, olhar adiante e se enternecer, de se emocionar sem entristecer. É dia de colher, de abençoar e compartilhar.



Eu derramo meu amor maternal e filial, mas sou a matriz dessa fábrica incomparável de sentimentos maravilhosos pelas criaturas que mais amo nesse mundo.

Obrigada, mãe, por ter-me, amar-me sem qualquer condição. Foi com você que aprendi, veio daí esta tradição.
Obrigada, meus filhos, por terem feito de mim, mãe.

Parabéns à você mãe amiga que passa por aqui, parabéns a você mãe-futura e a você que no passado não entendia que amor é este.
Somos todas iguais - amamos desse jeito superior, MAIOR, singular, incondicional.

Beijo a você com carinho antecipadamente, porque estou de saída para abraçar e beijar aos meus.

Corre e beije aos teus!

5 de mai de 2011

Vida?




A vida é um rascunho de saudades - mas que aceita correções e novas histórias, ou as velhas contadas do modo atual. A vida é grande, no entanto, sua riqueza depende dos pequenos gestos - e dos pormenores.

Denise Araujo



* Imagem presente da Zizi

Guimarães Rosa






"Quando nada acontece, há um milagre
que não estamos vendo."


2 de mai de 2011

Maio




Maio, mês do amor, pra mim.

São fortes as ligações que tenho com datas - não sei com quem aprendi a ser assim, mas conservo o aprendizado, sem esforço.
Este mês é dado às noivas, logo, ao amor. Mas ele é reservado às mães, logo, a mim também. Esse papel me cabe por excelência, por escolha e como missão - com amor infinito. Duas pessoas me colocaram nessa condição irreversível, elevando-me a alma e perpetuando o amor que há em mim, em profusão.
Entretanto, maio é um marco por ser o mês que uniu, numa mesma família, quatro pessoas. Deste quarteto, permanece o mais jovem, e não menos importante, enquanto os demais formaram uma trindade no plano superior. A eles rendo homenagem há anos, sendo que hoje, à mulher quieta, reservada, de incansável labor - nascida no mês mais que adequado! - de inigualável força e resiliência, companheira inseparável do homem com quem escolheu viver, também nascido taurino, pais do casal de filhos, cuja unica filha mulher têm em sua guarda e companhia celestial. São os avós paternos de meus filhos, e a tia, que adotou quinze sobrinhos como filhos seus.
Mas não pára aqui, porque o meu trabalho é outra missão de amor, e sendo maio o mês do trabalho, é definitivamente, o mês do amor, pra mim!